sexta-feira, 9 de março de 2018

Eu assisti: Cinquenta Tons de Liberdade


Filme:Cinquenta Tons de Liberdade
Título: Fifty Shades Freed
Lançamento: Fevereiro de 2018
Duração: 1 hora e 46 minutos
Gênero: Romance, Drama, Erótico
Distribuidora: Universal Pictures
Nota: 2,5 de 5

Eu queria muito começar essa resenha dizedo que curti esse filme, massssssssss não foi bem assim minha gente. Acredito que todo mundo conheça ou já tenha ouvido falar dessa série/filmes então vamos falar da sinopse e já partir pro que achei beleza? Cinquenta Tons de Liberdade é o terceiro e último filme da trilogia 50 tons que foi um sucesso quando os livos foram lançados assim como os filmes. Neste último filme, temos a consolidação do amor de Anastasia e Christian que passaram por alguns obstáculos nos dois primeiros filmes. Agora já casados e íntimos, ambos precisam lidar com mais um obstáculo e uma novidade inesperada: um filho. E é isso! Não tem muito mais o que falar sobre a sinopse do longa.  É uma pena dizer que eu não curti tanto quanto deveria, mas isso deve as minhas expectativas que estavam super altas e depois que o filme acabou foram lá embaixo. É, esse filme não rolou tanto pra mim. Sei que esses filmes não são exatamente uma obra prima do cinema, porém esse daqui não agradou nada. O desenvolvimento do enredo me pareceu todo corrido e focado em pontos que pareciam não ser tão importantes assim: como ostentar ainda mais a riqueza de Christian, o sexo (obviamente) e mais riqueza. 

Okay, já sabemos que Christian Grey é milionário, porém o filme já começa corrido com o casado de Ana e Christian logo nas primeiras cenas e logo depois somente alguns flashs com Jack indo atrás dos dois. Não dá pra se envolver muito com o que foi apresentado ali. Uma coisa é certa. Dakota e Jamie não me pareceram tão em sintonia neste longa. É claro que parte da essência do segundo filme está nesse, já que ambos foram filmados juntos mas o filme se perde completamente em muitas cenas. A motivação do Jack para ir atrás de Christian e Anastasia não fica tão clara e não é explorada sendo assim fica fútil e sem nenhuma emoção diante do que foi apresentado e montado.  Os conflitos perderam um pouco de graça e a sintonia foi decaindo aos poucos. Faltou algo na direção desse longa com certeza, além do roteiro que poderia ter ido por outro caminho mas optou por entregar não tão produtivo fazendo com que a história fosse vista ainda mais como fraca. Ainda consegui aceitar os primeiros dois filmes, mas esse que parecia empolgante nos trailers quando foi anunciado se mostrou de uma forma completamente ao contrário.  Mesmo quem não entende muito de cinema pode notar os grandes furos desse longa, que só se mantém devido ao agrado dos livros que também forma um grande sucesso. Esperei ver algo a mais nesse filme e fiquei com o mais do mesmo, ou o menos do mesmo. Não há ritmo, pontos altos e nem motivações para que essa história fluisse nesse terceiro longa. Li, em algum lugar que a Rita Ora tinha mais destaque nesse filme porém não vi nenhuma grande aparição.  Ela aparece pouco e mesmo assim não tem muitas falas ou relevancia o que acredito que não seja tão ruim.  A trilha sonoro por outro lado continua impecável e muito boa. Eu simplesmente curto muito as músicas que embalam essa história. Sentimos por outro lado, uma Anastasia um pouco mais segura, poderosa e mostrando pra uma mulher colocada no filme aleatoriamente para dar em cima de Christian que é ela que manda. Precisava de mais dedicação, cuidado com o roteiro, a direção e a química dos atores. Mas o que foi entregue foi um filme bem abaixo do esperado, com uma trama sem nenhuma emoção, cenas de sexo pra mostrar que é erotismo, e sexo. Muita riqueza sendo esbanjada na nossa cara pra lembra que o Christian é milionário, um Jack que mais parece um maluco aleatório que um cara que quer vingança com motivação. É isso. 

Deu pra perceber que o filme não me desceu muito né? É realmente triste, mas se voce assistiu os dois primeiros com certeza tem que assistir esse pra fechar essa trilogia e me contar o que achou porque ...não deu dessa vez pra 50 tons. Esperava mais pra um filme de fechamento com um final bem tosco, uma retrospectiva ala Crepúsculo de como eles se conheceram e uma cena créditos com o filho crescido e mais um a caminho. Não rolou mesmo. É, eu até tentei. E olha que eu gosto da trilogia.




Superados os principais problemas, Anastasia (Dakota Johnson) e Christian (Jamie Dornan) agora têm amor, intimidade, dinheiro, sexo, relacionamento estável e um promissor futuro. A vida, no entanto, ainda reserva surpresas para os dois e fantasmas do passado como Jack Hyde (Eric Johnson) e Elena Lincoln (Kim Basinger) voltam a impedir a paz do casal





Resenha de Livro: Namorado de Aluguel


Título: Namorado de Aluguel
Autora: Kasie West
Ano: 2016
Páginas: 250
Editora: Verus
Nota: 5 de 5

Livro amorzinho da capa até o fim da história. É pra se apaixonar de verdade. No enredo, Gia é uma das garotas mais populares de sua escola e tudo vira ao avesso quando seu namorado Bradley termina com ela no estacionamento na noite do baile de formatura. Gia fica desesperada. Ela não pode entrar sozinha naquela festa. O que as suas amigas pensariam dela? Então a garota toma uma atitude radical. Ela avista um cara em um carro e sem muitos rodeios tenta convence-lo a ser seu namorado de mentira. Sim, é isso mesmo que você leu. A garota avista um desconhecido e pede que ele finja ser seu namorado. Parece uma loucura, mas o que é mais louco é que o tal desconhecido acaba aceitando a proposta. O " Falso Bradley" combina tudo com Gia e tudo parece correr bem. Era apenas uma noite. Ela nunca mais o veria. E é ai que as coisas mudam completamente. Depois da farsa, a garota não consegue deixar de pensar no cara sem nome que ela conheceu. O que diabos seria aquilo? O destino resolve agir e ela também acaba precisando ajudar o seu falso namorado com algumas coisas. E os dois acabam se envolvendo de um modo inesperado. Gia seria capaz de conquistar o cara de verdade sem nenhuma mentira?

Ai esse livro é fofo demais. Não tem como dar menos de 5 estrelinhas. Fiquei com vontade o tempo todo de dar um abraço na autora e agradece-la por uma história tão leve e fofa que nos faz envolver muito rápido. O livro começa no ponto principal e flui de uma maneira super bem desenvolvida. A autora sabe levar a história de um modo engraçado, fofo e faz com que uma história que pareça cliche corra de uma forma bem interessante. Tenho certeza de que você já ouviu falar de enredos parecidos com o desse livro em filmes e outras coisas do gênero. Porém, a história se destaca do seu próprio jeito e te faz dar suspiros durante os variados momentos.

Gia é cativante, engraçada e uma personagem pra lá de interessante que está complexada sobre quem ser, como se comportar e é claro como é vista por todos. O falso Bradley por outro lado, que descobrimos se chamar Hayden é fofo demais. O cara consegue te fazer dar risos durante suas atitudes, consegue ser super bacana com Gia e ainda torcer muito para que ambos fiquem juntos. O livro tem um tema principal que está bem explicito no título, porém aborda assuntos paralelos muito interessantes. A dependência da imagem e da aprovação das pessoas em redes sociais, a preocupação com o pensamentos dos outros sobre você mesmo e mais algumas questões familiares. A irmã do Hayden foi uma das minhas personagens favoritas. Engraçada, interssante, bem descrita e uma menina esperta que tenta ajudar o irmão da melhor forma possível.

Namorado de Aluguel é um livro fofo, cheio de cenas românticas que flui tão bem que te cura de uma ressaca literária. Os capítulos curtos, um bom desenvolvimento, personagens bem desenvolvidos, uma dose de fofura, uma atitude maluca da personagem que resultam um livro gostoso demais de ler. Recomendo pra você que curte livros na vibe mais leve, teen e que fluem de uma forma impressionante. Basicamente a autora desenvolveu um tópico até que clichê e o transformou em uma história inteligente. Recomendo muito.
“Em alguma parte do me cérebro, provavelmente a parte sensata que parecia ter desaparecido no momento, eu sabia que deveria desistir e ir embora, preservar um pouco minha dignidade.” 
“Mesmo depois de me tirar do carro, ele ficou me segurando por alguns instantes. Finalmente, levantei a cabeça para olhar para ele, estranhando que ainda não tivesse me posto no chão. Ele me olho nos olhos.” 


Quando Bradley, o namorado de Gia Montgomery, termina com ela no estacionamento do baile de formatura, ela precisa pensar rápido. Afinal, ela vem falando dele para suas amigas há meses. Esta era para ser a noite em que ela provaria que ele não é uma invenção de sua cabeça. Então, quando vê um garoto esperando pela irmã no estacionamento do baile, Gia o recruta para ajudá-la. A tarefa é simples: passar por namorado dela — apenas duas horas, nenhum compromisso, algumas mentirinhas. Depois disso, ela pode tentar reconquistar o verdadeiro Bradley. O problema é que, alguns dias depois do baile, não é em Bradley que Gia está pensando, mas no substituto. Aquele cujo nome ela nem sabe. Mas localizá-lo não significa que o relacionamento de mentira deles acabou. Gia deve um favor a esse cara, e a irmã dele tem a solução perfeita: a festa de formatura da ex-namorada dele — apenas três horas, nenhum compromisso, algumas mentirinhas. E, justamente quando Gia começa a se perguntar se pode transformar seu namorado falso em real, Bradley reaparece, expondo sua farsa e ameaçando destruir suas amizades e seu novo relacionamento. Inteligente e maravilhosamente romântico, Namorado de aluguel retrata a jornada inesperada de uma garota para encontrar o amor — e possivelmente até a si mesma.

Eu assiti Tonya

Filme: Eu, Tonya
Título Original: I, Tonya
Lançamento: Fevereiro de 2018
Gênero: Drama, Biografia, Comédia
Duração: 2 horas de filme
Distribuidor: California Filmes
Nota: 5 de 5
Em exibição nos cinemas

Esse é um daqueles filmes que você não sabe bem o que esperar e BAM! ele supera todas as suas expectativas. Não sei bem o que esperava antes de assisti-lo, mas Eu, Tonya definitivamente me conquistou. Baseado em uma história real, o longa conta a história da ex-patinadora Tonya Harding que foi a primeira patinadora da história dos EUA a dar um triple Axel em competições. O filme acompanha a infância, a relação complicada com a mãe, um relacionamento abusivo com o marido até o incidente dos Jogos Olímpicos de 1994 em que a mesma foi acusada de sabotar uma competidora. Ela acaba sendo afastada da patinação e esse longa retrata sua história baseada em entrevistas e depoimentos reais de todas as pessoas envolvidas na história. Eu senti um misto de sensações com esse filme. Senti alegria, emoção, raiva e até compaixão. 

É muito louco o que um longa bem dirigido pode fazer com você. Eu, particularmente sempre gostei de assistir filmes com algum esporte envolvido seja : patinação, ginástica ou qualuer outra coisa e esse aqui foi a combinação perfeita de patinação com drama e um desenvolvimento bacana na forma de documentário como se os personagens estivessem relembrando os momentos. Temos também cenas de os mesmos falando com a câmera nos momentos dos acontecimentos o que tornou algumas cenas particularmente cômicas e ainda mais interessante. O primeiro destaque vai para Alisson Janney que interpreta Lavona Golden, a mãe de Tonya. Ela simplesmente exibe a essência dura,egoísta, irônica e sem afeto pela filha em todo o longa. Você simplesmente sente que a vida de Tonya foi uma sequência de erros ladeira a baixo. A garota tinha talento desde 0s 4 anos de idade, com uma mãe que mal a apoiava e cobrava dela algo o tempo todo, além de agressões e outras coisas. A menina cresceu treinando, foi abandonada pelo pai e não teve o apoio de ninguém. Ai quando é adolescente a mesma conhece um cara que deveria ser seu apoio, mas acaba se tornando um pesadelo em sua vida porque é até tão ruim ou pior que sua mãe. O cara bate várias e várias vezes nela, usa do abuso psicológico para mante-la com ele e consegue isso durante um bom tempo, o suficiente para acabar com a carreira de uma garota que tinha TUDO pra ser um marco na história da patinação. A vida de Tonya Harding foi dura e uma sucessão de erros com uma mãe egoísta, um pai que a abandonou, um marido abusivo e a necessidade dela de querer ser amada aceitando qualquer coisa e muito menos do que merecia. Fiquei pensando o tempo todo se Tonya tivesse resistido e se mantido longe do marido se as coisas não podiam ter tomado outra forma. Fiquei torcendo por ela em muitos momentos, apesar de ela muitas vezes ser rude e mal educada, a garota só queria amor e mostra o que sabia fazer: Patinar. Margot Robbie, aliás que está no papel de Tonya está incrível. É difícil olhar pra ela nesse longa e lembrar de Arlequina de Esquadrão Suicida. Esse filme foi perfeito para mostrar o quanto de talento a atriz tem.  As cenas de patinação com os movimentos também são incríveis e com certeza vão te deixar de boca aberta. 

Senti compaixão por Tonya desde o começo, queria em certos momentos ajuda-la, faze-la ver o caminho que estava entrando sabe? Até o incidente com uma competidora e por desespero de um marido abusivo sua carreira acaba completamente prejudicada. E ai que você realmente pensa nos valores, nas necessidades humanas, nas vidas de cada um e como nossos pais e as pessoas que relacionamos nos afetam diretamente. Se ela tivesse sido incentivada poderia ter sido uma patinadora marcante na história dos EUA. É uma história pra se identificar, já que ela brilhantemente explora os valores, a educação, a influência da família na vida e nos deixa um reflexo sobre a carreira de uma garota que tinha tudo pra ser uma estrela brilhante e acabou sendo prejudicada. O filme levanta várias questões e te faz querer ficar do lado de Tonya porque é duro saber por tudo que ela passou tendo tanto talento. Margot Robbie passa essa sensação de identificação e eu não posso ficar mais do que feliz pela escolha dela para o papel já que ela soube dosar o suficiente sobre a raiva da personagem, a necessidade de ela se sentir amada e de sua vontade de patinar. Recomendo fortemente. Não tenho críticas pra fazer apenas aplaudir. 





Desde muito pequena exibindo talento para patinação artística no gelo, Tonya Harding (Margot Robbie) cresce se destacando no esporte e aguentando maus-tratos e humilhações por parte da agressiva mãe (Allison Janney). Entre altos e baixos na carreira e idas e vindas num relacionamento abusivo com Jeff Gillooly (Sebastian Stan), a atleta acaba envolvida num plano bizarro durante a preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno de 1994. Baseado em fatos reais.



Talvez eu esteja me conformando

Me sinto tão longe de ti agora. Não é a mesma coisa de antes. Apesar de ainda doer um pouquinho, tantas frustrações tiraram a maior parte do encanto que você me lançou. Não lembro direito como é estar ao seu lado, o que sentir ou o que me fez fazer tudo para que você permanecesse. Todas essas palavras e os inúmeros textos são a única forma de deixar registrado o que ainda sinto sobre você. O que se tornou pra mim. Parei de fantasiar belos dias com você chegando perto de mim e me dizendo que sentiu minha falta ou que me quer por perto. Parei de derrubar lágrimas no travesseiro e só senti um incomodo que ainda me lembra aqui dentro que meu coração continua em carne viva e nem ao menos cicatrizou. Não consigo mais reclamar da saudade, ela nunca é saciada e acho que já virou cliente permanente aqui dentro do meu coração então já não sei mais quando ela vai embora. 
Talvez eu esteja me conformando de que você não vai voltar. Não vai gostar de mim como eu quero e não vai mudar. Talvez seja pra ser assim e só esteja desperdiçando meu tempo com algo que não pode ser modificado. 365 dias e mais um pouco, não te verei mais ou não olharei em seus olhos. Não escutarei sua voz nem me irritarei como o mundo pode estar acabando e você permanece calmo como se nada houvesse. Tenho que achar um meio de preservar essas lembranças porque querendo ou não me esqueço muito rápido de algumas lembranças. Nem sequer tenho uma foto contigo pra me lembrar mais tarde. Quando eu alcançar meus objetivos você não estará lá pra que eu possa dividi-los. Quando eu quiser um abraço você não estará lá pra me oferecer seus braços. Isso dói um pouquinho a cada dia que passa. Saber que isso estava ao nosso alcance mas não foi realizado. 

Você foi embora. Saiu de cena e nem deu tempo pra desgostar de você. Fiquei sozinha com um monte de sentimentos e uma saudade que não ia embora. Eu ainda sinto sua falta. Sim, eu sinto. Não sei por quanto tempo ainda vou me sentir assim, mas tenho a certeza de que o tempo pode dizer por si só o que vai acontecer com as sensações que ainda insistem em permanecer por aqui. Só posso continuar meu caminho focando nas coisas que me querem bem, nas coisas que me fazem sorrir e principalmente em quem me quer de verdade ao seu lado. Quanto a você? Não vou guardar raiva mas te desejo que tudo aconteça como deva acontecer. Estarei aqui do mesmo jeito.

Atualizações do Instagram

Topo